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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Akihabara e Museu Edo

Hoje foi dia de compras por aqui. Depois de um café na Starbucks mais próxima, pegamos o metrô (que merece um texto a parte) e fomos para Akihabara. O lugar é conhecido como "cidade elétrica",  tanto pela quantidade incrível de neons, cartazes e ideogramas quanto pela quantidade de pessoas gritando nos microfones oferecendo seus produtos. Lá é o lugar para comprar eletrônicos, material fotográfico e papelaria. Fomos ao uma enorme loja de departamentos (a Yodobashi – Akiba) onde o Rosemberg procurava câmeras e eu alguns gadgets de infomática. Nem é preciso dizer que houve um certo surto coletivo por causa da quantidade incrível de oferta, mesmo que os preços não fossem tão convidativos. Quem conhece a rua 25 de março ou a Santa Ifigênia em São Paulo pode ter alguma ideia do lugar. Na rua, havia uma espécie de encontro de aficcionados por jogos porque havia uma pequena multidão de pessoas reunidas com seus respectivos "game boys", uma coisa incrível de se ver.
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Akihabara

Depois do almoço e de mais lojas decidimos nos separar e eu, a Luciana e o Valdenir fomos para Ryogoku, tradicional bairro de sumotoris e onde ficam as beya, local de treinamento dos praticantes. Nosso objetivo era assistir às lutas de sumô, que acontecem apenas três vezes por ano. Aqui, sumô é "esporte" nacional, e os lutadores são pessoas muito respeitadas. As lutas acontecem no estádio nacional de Sumô e as pessoas ficam a espera de ver ou tocar nos sumotoris. Infelizmente, os ingressos estavam esgotados e combinamos de voltar daqui a dois dias.
O ponto bom foi que pudemos visitar o museu Edo que trata da história de Tóquio desde o período Edo até os dias de hoje. O ingresso para o acervo permanente custa cerca de USD 6,00 e o museu fica aberto até as 17:30h. O prédio do museu já é uma atração. Evoca um celeiro de arroz (coisa que eu só soube depois que li o guia…) mas com uma arquitetura futurista. O acesso se dá por longas escadas rolantes que levam até as salas com iluminação bem difusa. As peças tratam de réplicas de alguns bairros da cidade no período Edo, utensílios da vida cultural, do dia a dia e até da vida em tempos de guerra. Há cômodos em que se pode entrar e que reproduzem o estilo de vida da época. Também muitos recursos audiovisuais trazem um público (pelo menos o de hoje!) muito diversificado: idosos, crianças, estrangeiros e japoneses… A área não é muito grande mas quem gosta do tema precisa reservar pelo  menos duas horas para a visita que vale muito a pena. De Metrô: estação Ryogoku (Oedo line – rosa)

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Escadas de acesso
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Museu Tokyo-Edo
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Réplica de transporte
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Detalhe de maquete de uma vila

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Tocha olímpica de 1964 em Tóquio

2 comentários:

Pode comentar, perguntar, dar dicas... vou adorar e prometo responder logo que puder.